Divo Recommends: Filme – A Dança dos Quarenta e Um

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O filme retrata a história de um dos maiores escândalos políticos do México, sucedido

por volta do XX de 1901

Filme realizado por David Pablos, recebeu o protagonismo de Alfonso Herrera, Dança

dos quarenta e um, já se encontra disponível na Netflix.

O enredo retrata a história de 41+1 homens que sofreram o preconceito abusivo da

sociedade na época, por possuírem um segredo que a muitos escandalizou, isso no

século XX por volta dos anos de 1901. O realizador procurou não ser muito fiel ao

acontecimento que foi relatado pelos cronistas da época, mas sim, apontar os abusos e

repressão sofrida pelo grupo de homens na época , pelo fato de serem homossexuais. 

“Sempre pareceu-me interessante contar essa história em tela grande, pela representação disso num país tão machista e fechado. Para mim, é importante contar

uma história de amor entre homens, a partir de uma parte digna e humana, não como

uma caricatura, como era feito na época”, completou David Pablos.

 

O enredo conta a história de um homem da alta sociedade, Ignacio de la Torre, que

possuía um segredo muito delicado protegido pelo seu estatuto, sendo ele genro do

presidente e membro do governo, vivia uma vida dupla.

Em 18 de novembro de 1901, quatro agentes da polícia descobriram uma festa clandestina, onde encontraram 42 homens, travestidos em roupas e jóias de luxo. Oficialmente, 41 pessoas foram detidas, Porfírio Diaz fez o possível para abafar o escândalo, devido aos rumores do participante número 42: Ignacio de la Torre, seu genro.

 

Apesar do governo se ter esforçado para não trazer a público o escândalo, já que parte

dos detidos faziam parte da alta sociedade porfiriana, a imprensa mexicana levou fato à

público, tornando-se um dos maiores escândalos da época nos inícios do século XX.

 

Infelizmente o episódio que se seguiu foi bem mais duro para os que foram descobertos

e não puderam escapar, estes foram algemados e conduzidos a vários quartéis próximos,

acusados de  “Ofender a moral e os bons modos”. Importante frisar que o elemento 42,

Ignacio de la Torre, não sofreu as ofensas e acusações com os demais.

 

A história não é completamente verídica, pois contém alguns factos alterados ou

acrescentados pela limitação de informações encontradas, a respeito do assunto, nem se

pode verificar que Ignacio de la Torre tenha estado verdadeiramente no baile.

 

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