Lewis Hamilton, sua victória e luta antirracista.

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Lewis Hamilton demonstrou mais uma vez neste domingo, após vencer o GP da Toscana, que seguirá firme na luta antirracista e contra a violência aos negros. Ao sair do carro, o hexacampeão mundial de Fórmula 1 arriou o macacão e vestiu uma camisa com os dizeres “Prendam os policiais que mataram Breonna Taylor”. Hamilton se referia à jovem americana assassinada por policiais em março deste ano, nos Estados Unidos.

Hamilton não só protestou ao conceder a habitual entrevista dada pelo vencedor da prova como subiu ao pódio com a camisa. Recebeu o troféu e só depois tirou a camisa com sua manifestação para estourar a champanhe em Mugello. Hamilton normalmente tem usado nos fins de semana de corrida uma camisa com os dizeres “Black Lives Matter” (“Vidas Negras Importam”, em português) para protestar contra o racismo, e desta vez usou esta outra camisa para lembrar de Breonna Taylor. Perguntado se isso significa uma mudança na sua campanha antirracista, Hamilton foi categórico: – Não é uma grande mudança. Você ainda está lutando contra a mesma coisa. Levei muito tempo para conseguir aquela camisa. Tenho vontade de vestir isso e chamar a atenção para o fato de que tem gente por aí sendo morta na rua. E então tem alguém que foi morta em sua própria casa, eles estavam na casa errada, e aqueles caras ainda estão andando livres. Não podemos descansar, temos de continuar a conscientizar sobre isso.

Breonna Taylor foi assassinada a tiros por policiais do Departamento de Polícia Metropolitana de Louisville, no estado americano do Kentucky. Ela estava dentro de seu apartamento com o namorado Kenneth Walker, e um mandado contra ele por suposto narcotráfico. Os policiais alegaram que Walker atirou primeiro, o que é contestado pela família de Breonna. Kenetth foi ferido, enquanto Taylor levou oito tiros.

– Eu penso que ela é uma grande inspiração com o que ela fez com sua plataforma, então temos de continuar avançando nessa questão.

Breonna Walker tinha 26 anos, era médica de emergência e trabalhava no hospital universitário de Louisville. Coincidentemente, é a cidade natal de Muhammad Ali, um dos ícones do esporte que mais combateram o racismo nos Estados Unidos.

Fonte: Globo Esporte

Lewis Hamilton protesta contra policiais que mataram jovem americana — Foto: Getty Images

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