O novo normal na cultura do entretenimento: a dinâmica pós-Covid

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A Covid-19 acabou por “revolucionar” a forma como o mundo se guia nos últimos tempos, alterando todos os paradigmas, formas de convivência, trazendo novas formas de ser e estar e muitos novos conceitos para o mundo de uma maneira geral, com destaque para o  mundo das artes e do entretenimento.

Após a paragem que se viu, agora reabrindo aos poucos, o sector do entretenimento é dos que mais se reinventaram diante dessa pandemia: concertos musicais em estádios adaptados à nova realidade, cinemas com menos de 50 por cento da sua lotação, cumprindo a distância exigida, facto que também se vê em algumas salas de teatro, sem esquecer que muitos continuam a preferir os eventos virtuais, sobretudo para aqueles países em que a cultura das vendas dos mais variados tipos de concertos digitais já é uma realidade.

No meio de tudo isso, fica o questionamento e a grande preocupação sobre como muitos artistas vão continuar a se manter, pois, pese embora se consiga realizar concertos presenciais e online, a capacidade de organização de muitos baixou imenso por conta do poderio financeiro, uma vez que muitas das empresas que patrocinavam e apoiavam esses eventos tiveram grandes prejuízos com o surgimento da Covid-19.

O novo normal na cultura do entretenimento passará por uma melhor gestão financeira de todos os envolvidos nesse processo e por um processo de reinvenção muito grande, fruto de todo o conjunto de medidas de prevenção para se combater a doença.

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