Pela sua saúde!

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Neste curto texto vamos tentar transportá-lo numa abordagem descontraída, mas séria, naquilo que podem ser perspetivas, conselhos ou tão, somente, recordatórios práticos de como podemos e devemos encarar o nosso dia-a-dia, procurando, ao mesmo tempo, a contínua melhoria daquele estado a que chamamos: saúde. Não podemos esquecer que o nosso corpo é uma máquina e, ainda que seja uma super-máquina, carece de manutenção, vigilância e muito, muito carinho.

Comecemos pelo que dizem os dicionários :

“Estado de perfeito e completo, de bem-estar, físico, psíquico e social e que não deve ser considerado, apenas, um estado em que não existe nenhuma doença ou enfermidade.”

Muito importante: saúde não é só ausência de doença ou enfermidade, é muito mais do que isso, é uma estratégia de sublime equilíbrio entre o nós e o tudo mais que nos rodeia, e aqui tudo é mesmo tudo!

Podemos, analogicamente, dizer que a saúde pode ser encarada como um braço daquelas balanças antigas, que têm dois pratos e cujo objetivo é o perfeito equilíbrio. De um lado é o prato da saúde e do outro tudo aquilo que fazemos: beber, comer, amar, odiar, jogar, correr, andar, brincar, rir, chorar e outros tantos. Todos eles nos fazem falta e devemos de os respeitar, estimando-os, usando-os com intensidade equilibrada, e, de vez em quando, um excessosito marginal e traquina. Só faz bem à saúde! Sempre e sem que o braço da balança se desequilibre ou se parta.

Muito útil: coma de tudo, equilibradamente. Faça de tudo, equilibradamente. Faça exercício, equilibradamente, sem exageros e com disciplinada e regularidade, já que ativa o sistema anti-oxidante fundamental ao contra-processo das reações oxidativas responsáveis pelo envelhecimento, doenças oncológicas, aterosclerose e inflamação em geral.

Comprometa-se, pratique exercício físico. Ria muito e sem preconceitos,  já que ativa hormonas esquecidas.

Ame muito, de verdade e com amor, paixão e sexo à mistura. Comunique muito, tanto quanto possível. Leia muito. Ler permite a reflexão.

Oiça muita música, e de todos os tipos, há lugar e momentos próprios para cada género de música. E muito cinema e teatro. E olhe (não veja) o mar com a perspetiva da sua dimensão e beleza. Olhe o céu: faz quanto tempo que não parou a observar as suas estrelas? Vá até um lago interior, alugue um barco que possa passar a noite e, pelo entrar da mesma, sem a poluição luminosa das cidades, não se esqueça de olhar o céu. Vai descobrir o óbvio!

Em contrapartida, muito cuidado com a vida nómada e respetivo stress, com as gorduras, com o álcool (beber só e só moderadamente), com o tabaco e afins (de preferência nada), com certas recomendações ou opções dietéticas que se podem aproximar de fundamentalismos efémeros, dignos de mazelas irreversíveis. Como dissemos atrás, a saúde é uma questão de equilíbrio e qualquer radicalismo deixa vias fechadas que podem ser críticas ao equilíbrio.

Procure a felicidade, os amigos, a família e veja a vida pelo lado positivo, afastando-se daqueles que se tornam tóxicos por só conseguirem ver o negro, o escuro e o negativo. E misturar um pouco de loucura, não faz mal algum. Lembre-se, sempre, que a saúde é o nosso maior bem, por isso e pela sua Saúde, cuide dela com aquele especial carinho, pois cuidando dela está a cuidar de si. E convença-se que criará os alicerces para uma vida moldada pela alegria e bem-estar, físico, psíquico e socialconsigo e com os outros.

E divirta-se…Pela sua saúde!

Paulo Sequeira Dias | Biólogo

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